Na quinta-feira, 28 de agosto de 2025, Romário Policarpo, diretor de comunicação do Vila Nova Futebol Clube, expressou sua insatisfação com a proposta de R$ 500 milhões pela Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do clube. A oferta inclui investimentos no futebol profissional, modernização do Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga e pagamento de dívidas, mas Policarpo afirmou que não atende aos padrões esperados pelo clube. Além disso, uma operação da Polícia Federal que atingiu a Reag Investimentos, responsável pela proposta, complicou ainda mais as tratativas.
Policarpo ressaltou que o Conselho Deliberativo deve considerar suspender as negociações até que se compreenda melhor a situação. Ele enfatizou que o Vila Nova é um patrimônio dos torcedores e que a proposta apresentada está aquém do valor que o clube realmente merece. O dirigente também mencionou que o clube busca se tornar uma SAF, mas com responsabilidade e garantias adequadas para assegurar seu futuro.
A crítica à proposta reflete a preocupação com a gestão do clube e sua valorização no cenário esportivo. Policarpo afirmou que os valores apresentados precisam ser ajustados para que o Vila Nova possa avançar em sua transformação e garantir um futuro sólido. A situação atual exige cautela e um entendimento claro sobre as direções que o clube pode tomar nas próximas etapas.