O grupo O HOJE ressalta a transformação na dinâmica eleitoral em Goiás e no Distrito Federal, onde as redes sociais e aplicativos como o WhatsApp se tornaram ferramentas cruciais para a comunicação política. Apesar de um aumento significativo na audiência digital, muitos políticos ainda operam de forma tradicional, ignorando a necessidade de se adaptar às novas tecnologias. Com três pré-candidatos ao governo de Goiás e diversos concorrentes à presidência, a falta de propostas concretas para ampliar o acesso à educação tecnológica revela uma desconexão com as demandas atuais da população.
A resistência dos partidos em adotar estratégias digitais contrasta com a realidade dos eleitores, que estão cada vez mais conectados e informados. O exemplo da negociação entre Marconi Perillo e Glaustin da Fokus ilustra como as redes sociais podem rapidamente disseminar informações, muitas vezes antes mesmo dos anúncios oficiais. Essa nova era de comunicação não apenas desafia os métodos tradicionais de campanha, mas também expõe as fraquezas dos políticos que não se adaptam à velocidade da informação.
As implicações desse cenário são profundas: a polarização política se intensifica nas redes, enquanto os eleitores buscam alternativas fora do discurso convencional. A eficácia das campanhas digitais, como demonstrado por figuras como Gustavo Gayer e Waldir Soares, mostra que a conexão direta com o eleitor pode superar as estratégias tradicionais. Assim, a tecnologia não apenas redefine o papel do eleitor, mas também pressiona os políticos a inovar ou arriscar a irrelevância nas próximas eleições.