Uma megaoperação da Receita Federal desvendou um sofisticado esquema financeiro do PCC (Primeiro Comando da Capital), que gerenciava 40 fundos de investimento com um patrimônio estimado em R$ 30 bilhões. A investigação revelou que a organização criminosa operava em três módulos principais: produção, distribuição e investimentos, utilizando uma única fintech que movimentou R$ 46 bilhões em quatro anos, incluindo cerca de 11 mil depósitos em espécie. Como resposta a essa descoberta alarmante, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), anunciou novas diretrizes que exigirão que as fintechs declarem operações suspeitas às autoridades competentes, como o Banco Central e a CVM, ampliando assim a fiscalização sobre atividades financeiras potencialmente ilícitas no país.