Gabriel Souza do Prado, de 24 anos, foi assassinado em Arapongas, no norte do Paraná, na frente de sua família, no dia 27 de junho. Ele estava chegando em casa após uma saída temporária do Centro de Reintegração Social de Londrina (Creslon) quando foi abordado por atiradores. O crime chocou a comunidade e gerou uma investigação aprofundada pela Polícia Civil do Paraná.
De acordo com o delegado Bruno Sentone, a morte de Gabriel está relacionada a uma disputa entre organizações criminosas da região, com a principal hipótese sendo uma vingança por um homicídio ocorrido meses antes em Rolândia, cidade próxima. As investigações resultaram na execução de oito mandados de busca e apreensão, onde foram encontrados celulares, balaclavas e dinheiro. Duas pessoas foram presas por tráfico de drogas, embora não se saiba se têm ligação direta com o homicídio.
As implicações desse crime são alarmantes, refletindo a crescente violência associada ao tráfico de drogas e à rivalidade entre facções criminosas no Paraná. A morte de Gabriel, que estava em liberdade condicional, levanta questões sobre a segurança pública e a eficácia das políticas de reintegração social. A Polícia Civil continua a investigar o caso, mantendo detalhes dos envolvidos em sigilo para não comprometer as apurações.