Em 28 de agosto de 2025, um ataque coordenado das autoridades federais e estaduais de São Paulo contra o Primeiro Comando da Capital (PCC) foi considerado um marco no combate ao crime organizado no Brasil. A operação, que se estendeu por mais de dois anos, focou na estrutura financeira do grupo, utilizando instrumentos técnicos inteligentes para desmantelar suas operações. As investigações, que começaram com a análise das finanças do crime, têm potencial para implicar políticos estaduais e federais ligados à direita, levantando preocupações sobre a corrupção e a influência do crime organizado na política nacional.
A ação foi amplamente elogiada por sua abordagem metódica e pela capacidade de atingir alvos estratégicos dentro da organização criminosa. A expectativa é que os desdobramentos da operação revelem conexões mais profundas entre o PCC e figuras políticas, o que pode gerar um impacto significativo nas próximas eleições e na confiança pública nas instituições. O sucesso dessa operação pode também inspirar novas iniciativas no combate ao crime organizado em outras regiões do Brasil.
As implicações dessa operação vão além do combate ao PCC; elas podem provocar uma reavaliação das relações entre políticos e o crime organizado no Brasil. A possibilidade de que figuras públicas sejam responsabilizadas por suas ligações com o PCC pode alterar o cenário político, trazendo à tona discussões sobre ética e integridade nas esferas governamentais. Assim, a operação não apenas representa um avanço no combate ao crime, mas também pode ser um divisor de águas na política brasileira.