O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avaliou, em 28 de agosto de 2025, a megaoperação Carbono Oculto como “a maior resposta do Estado ao crime organizado de nossa história até aqui”. A operação teve como alvo um esquema criminoso bilionário no setor de combustíveis, comandado pelo Primeiro Comando da Capital (PCC), e envolveu cerca de 1.400 agentes das polícias estaduais e federal em oito estados: São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro e Santa Catarina.
De acordo com as investigações, o PCC sonegou mais de R$ 7,6 bilhões em impostos e cometeu irregularidades na produção e distribuição de combustíveis em todo o país. Lula ressaltou que o trabalho integrado, iniciado com a criação do Núcleo de Combate ao Crime Organizado no Ministério da Justiça, foi fundamental para acompanhar toda a cadeia criminosa e atingir o núcleo financeiro que sustenta essas práticas.
As implicações dessa operação são significativas, pois demonstram um esforço renovado do governo brasileiro para enfrentar o crime organizado e suas ramificações econômicas. A ação não apenas visa desmantelar redes criminosas, mas também reforça a importância da colaboração entre diferentes esferas de segurança pública para combater a sonegação fiscal e proteger os interesses do Estado.