Jane Moghames, presidente do Clube Social Feminino, procurou o Diário da Manhã para esclarecer acusações que considera infundadas sobre sua administração. Desde que assumiu a presidência em 2018, Moghames enfrenta críticas relacionadas a dívidas, prestação de contas e mudanças estatutárias, as quais afirma serem baseadas em informações distorcidas. Ela enfatizou que a administração está em dia com o IPTU, que foi parcelado e regularizado, e que a prestação de contas foi realizada conforme as normas, com a presença de profissionais qualificados.
A presidente também abordou as mudanças no estatuto do clube, que foram aprovadas em assembleia com mais de cem associados. Segundo Moghames, essas alterações foram necessárias para adequar o número de sócios à realidade atual, já que o clube contava com mais de 500 pagantes. Ela destacou as conquistas de sua gestão, incluindo um superávit mensal significativo e melhorias estruturais no clube, que antes enfrentava sérias dificuldades.
Moghames afirmou que parte da resistência à sua administração vem de antigos sócios remidos, que não contribuem financeiramente, mas se opõem à ampliação do quadro de associados. Desde sua reeleição por aclamação, a presidente tem enfrentado perseguições e processos movidos por opositores. Ela concluiu ressaltando a importância da ampliação do quadro de sócios durante a pandemia para garantir a sustentabilidade do clube e permitir os investimentos necessários nas melhorias realizadas.