O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou em 28 de agosto de 2025, por meio de um vídeo nas redes sociais, que o Implanon, um método contraceptivo de longa duração, será incluído na rede pública de saúde. O acordo com a fabricante internacional já foi firmado e as primeiras unidades devem chegar ao Brasil no início de outubro. O Ministério da Saúde prevê a distribuição de 500 mil unidades até o fim deste ano e 1,3 milhão em 2026.
Padilha destacou que o custo do Implanon na rede privada varia entre R$ 3 mil e R$ 5 mil, mas com a inclusão no Sistema Único de Saúde (SUS), o produto será oferecido sem custo às usuárias. Para garantir uma aplicação ágil e eficiente do implante, equipes de profissionais da saúde estão passando por capacitação. O ministro enfatizou que essa iniciativa representa um avanço significativo no acesso a métodos contraceptivos modernos no Brasil.
Com essa ação, o governo busca melhorar o acesso das mulheres a métodos contraceptivos eficazes e seguros, promovendo a saúde reprodutiva no país. A expectativa é que a implementação do Implanon no SUS contribua para a redução das desigualdades no acesso à saúde e amplie as opções disponíveis para planejamento familiar.