O governo de São Paulo, sob a liderança de Tarcísio de Freitas (Republicanos), anunciou que a maioria dos policiais militares aposentados selecionados para atuar nas escolas cívico-militares é composta por praças. Esses profissionais, que ocupavam cargos de menor patente, não têm exigência de ensino superior, o que gera debates sobre a adequação de suas qualificações para o ambiente escolar. A informação foi divulgada em 29 de agosto de 2025, às 04h15, pela jornalista Isabela Palhares.
A escolha dos praças para o programa educacional levanta preocupações sobre a formação e a experiência desses policiais no contexto escolar. A falta de exigência de ensino superior pode influenciar a abordagem pedagógica e a interação com os alunos, além de afetar a percepção da comunidade em relação à segurança nas escolas. O governo defende que a presença dos militares contribuirá para a disciplina e a ordem nas instituições.
As implicações dessa decisão podem ser significativas, pois a qualidade do ensino e a segurança nas escolas são temas sensíveis na sociedade paulista. A escolha de praças pode gerar críticas e questionamentos sobre a eficácia do programa cívico-militar, além de refletir sobre as prioridades do governo em relação à educação e à segurança pública. O desdobramento dessa iniciativa será observado com atenção por educadores e pela população em geral.