O governo brasileiro conduziu uma operação para repatriar a única cidadã nacional ainda viva associada ao Estado Islâmico, contando com o apoio da Cruz Vermelha e uma escolta armada. A operação foi realizada em áreas onde há uma crescente presença de células ativas do grupo terrorista, que controlou partes da Síria e do Iraque entre 2014 e 2019. Este evento suscita preocupações sobre a segurança interna e os desafios da reintegração de indivíduos vinculados a organizações extremistas no Brasil.