Entidades representativas da área farmacêutica manifestaram repúdio à criação do curso de engenharia farmacêutica pela Universidade Federal de Goiás (UFG), conduzido pelo Instituto de Química. O Conselho Regional de Farmácia de Goiás (CRF-GO), a Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar) e o Sindicato dos Farmacêuticos de Goiás (Sinfar-GO) alegam que a nova graduação é redundante e pode gerar insegurança no mercado de trabalho. Em ofício enviado à reitora da UFG, professora Angelita Pereira de Lima, o CRF-GO classificou a iniciativa como “redundante e desnecessária”, ressaltando que o curso de farmácia já abrange as competências necessárias para atuação na indústria farmacêutica. As entidades destacam que a proposta pode acarretar sobreposição de atribuições e fragmentação da formação, além de expor estudantes a um “limbo regulatório e profissional”. Até o momento, a UFG não se manifestou sobre o caso.