O Governo Central do Brasil anunciou um déficit primário de R$ 59,12 bilhões em julho de 2025, resultado do desembolso de R$ 62,78 bilhões em precatórios. A informação foi divulgada pelo Tesouro Nacional nesta quinta-feira, 28 de agosto. No mesmo período do ano passado, o déficit primário havia sido consideravelmente menor, o que ressalta a deterioração das contas públicas e os desafios financeiros enfrentados pelo governo.
O aumento expressivo no déficit primário reflete a pressão sobre as finanças públicas brasileiras, exacerbada pelo pagamento de precatórios, que são dívidas judiciais reconhecidas pelo Estado. Este cenário levanta preocupações sobre a sustentabilidade fiscal e a capacidade do governo de equilibrar suas contas em um contexto econômico já fragilizado.
As implicações desse déficit elevado podem ser significativas, afetando a confiança dos investidores e a capacidade do governo de implementar políticas públicas eficazes. A situação fiscal deve ser monitorada de perto, pois pode influenciar decisões futuras sobre investimentos e reformas necessárias para estabilizar a economia brasileira.