A poucos meses da COP30, marcada para ocorrer em Belém, uma nova controvérsia surge em relação à hospedagem das delegações. O cruzeiro Costa Diadema, uma das soluções emergenciais contratadas pelo governo federal, não poderá receber representantes de 20 países, entre eles Cuba, Irã e diversas nações africanas, devido a restrições impostas por um grupo americano. Essa situação se soma à já complicada crise de hospedagem que o evento enfrenta, levantando questões sobre a viabilidade da participação internacional na conferência do clima.
As restrições diplomáticas que afetam o Costa Diadema refletem um cenário mais amplo de tensões geopolíticas que podem impactar a dinâmica da COP30. A ausência de delegações de países significativos pode limitar o alcance das discussões e acordos que serão feitos durante o evento. Além disso, essa polêmica pode gerar repercussões negativas na imagem do Brasil como anfitrião da conferência, que busca promover um diálogo global sobre as mudanças climáticas.
Com a COP30 se aproximando rapidamente, as autoridades brasileiras enfrentam o desafio de encontrar soluções alternativas para garantir a presença das delegações vetadas. A situação destaca a complexidade das relações internacionais e a necessidade de um planejamento logístico eficaz para um evento de tal magnitude. O desdobramento dessa questão será crucial para o sucesso da conferência e para a credibilidade do Brasil no cenário ambiental global.