Na quarta-feira, 27 de agosto de 2025, o vice-representante permanente da China na ONU, Geng Shuang, solicitou que Israel interrompa imediatamente suas operações militares na Faixa de Gaza. Durante uma reunião do Conselho de Segurança, ele enfatizou a grave situação humanitária no território, onde cerca de 1 milhão de palestinos enfrentam insegurança alimentar após quase 700 dias de conflito entre Israel e Hamas. Geng destacou que as ações militares israelenses resultam em mortes diárias de civis e que a população local, estimada em 2 milhões, sofre com a escassez de ajuda humanitária devido à falta de vontade política de Israel.
Além disso, o diplomata chinês condenou a recente aprovação por parte de Israel de um plano para expandir assentamentos na Cisjordânia. Ele alertou que essa medida pode levar a mais derramamento de sangue e deslocamento, aumentando o perigo e a insegurança tanto para os habitantes de Gaza quanto para os reféns detidos. A China defende que o Conselho de Segurança atue para promover um cessar-fogo e facilitar a ajuda humanitária na região, que tem sido severamente limitada por obstáculos criados durante o conflito.