À medida que a Copa do Mundo de 2026 se aproxima, a seleção masculina de futebol dos Estados Unidos (USMNT) enfrenta uma crise de identidade. Diferentemente de gerações passadas, o time atual carece do carisma, do apelo de underdog e das vitórias marcantes que cativavam o público. A equipe não consegue reproduzir a mágica de momentos históricos, como o “Milagre no Gelo” de 1980, quando uma equipe improvisada de amadores surpreendeu o mundo.
O texto compara a situação atual com a do passado, destacando a falta de um contexto político ou cultural que justifique um apoio emocional ao time. Enquanto antes os EUA eram vistos como “os mocinhos” em confrontos simbólicos, como na Guerra Fria, hoje a seleção não tem um antagonista claro nem uma narrativa inspiradora. A ausência de rivalidades épicas ou expectativas baixas que permitissem surpresas diminui o interesse do público.
Sem uma história convincente ou conquistas recentes que mobilizem os fãs, a USMNT entra na preparação para o torneio com uma imagem desbotada. O desafio, agora, é encontrar uma nova identidade que ressoe com os torcedores e recrie o fascínio que antes cercava a equipe nacional. A pressão é grande para que o time redescubra seu lugar no cenário esportivo global.