O presidente dos Estados Unidos surpreendeu o mundo ao acusar aliados e adversários de explorarem economicamente o país, enquanto anunciava tarifas comerciais baseadas em dados questionáveis. O discurso, marcado por tom paranoico e agressivo, levantou dúvidas sobre suas motivações. Analistas sugerem que a postura reflete uma visão de mundo distorcida, na qual qualquer situação que não o beneficie totalmente é interpretada como uma injustiça.
O Reino Unido está entre os menos afetados pelas medidas, mas a escalada de retaliações preocupa economistas. A estratégia do líder americano, descrita como uma “guerra econômica” contra o comércio global, parece ignorar as consequências de longo prazo. Seu biógrafo atribui o comportamento a traumas de infância, nos quais ele se via constantemente como vítima, necessitando dominar para não se sentir prejudicado.
Enquanto promete encerrar conflitos militares patrocinados pelos EUA nas últimas décadas, sua política comercial agressiva gera instabilidade. A falta de coerência entre discurso e ação deixa observadores internacionais céticos. O momento exige diplomacia, mas a postura atual do governo americano parece alimentar mais tensões do que soluções.