Um tribunal trabalhista no Reino Unido ouviu alegações de que uma divisão local da gigante indiana Tata teria conduzido um programa de demissões que prejudicou deliberadamente funcionários mais velhos e de nacionalidade não indiana. Três indivíduos afirmam que a Tata Consultancy Services (TCS), sediada em Mumbai e avaliada em cerca de £110 bilhões na bolsa de valores de Bombaim, discriminou-os com base em idade e nacionalidade durante uma reestruturação iniciada em meados de 2023.
Os reclamantes alegam que o processo de reestruturação foi manipulado para excluir predominantemente profissionais não indianos e em faixas etárias mais avançadas. A TCS, uma das maiores empresas de consultoria do mundo, ainda não se pronunciou publicamente sobre as acusações, que estão sendo analisadas pelo tribunal. O caso levanta questões sobre práticas corporativas em multinacionais com operações globais.
O desfecho do tribunal pode ter implicações significativas para a reputação da empresa e para debates mais amplos sobre diversidade e inclusão no ambiente de trabalho. Enquanto isso, o caso reforça a importância de mecanismos legais para combater possíveis discriminações em processos organizacionais, especialmente em empresas de grande porte e com presença internacional. A situação também chama atenção para os desafios enfrentados por profissionais estrangeiros em contextos de reestruturação corporativa.