A retaliação da China às tarifas impostas pelos Estados Unidos intensificou a crise comercial entre as duas maiores economias do mundo. Nesta sexta-feira, Pequim anunciou a imposição de tarifas adicionais de 34% sobre todos os produtos importados dos EUA, medida que espelha a decisão tomada pelo governo norte-americano. A medida acirrou os temores de uma recessão global e gerou nova onda de volatilidade nos mercados financeiros internacionais.
O anúncio chinês ocorre em meio a uma crescente tensão comercial, que já vinha pressionando as bolsas de valores em todo o mundo. Investidores reagiram com preocupação ao aumento das barreiras tarifárias, temendo que a escalada do conflito prejudique o crescimento econômico global. O clima de incerteza levou a uma forte liquidação de ativos, aprofundando as perdas nas principais bolsas.
Analistas alertam que a disputa comercial, se não contida, pode ter efeitos prolongados sobre o comércio internacional e a confiança dos mercados. Enquanto as negociações permanecem em impasse, a perspectiva de um acordo no curto prazo parece cada vez mais distante, deixando economias e investidores em alerta.