O presidente dos Estados Unidos reforçou sua postura na guerra comercial, classificando-a como uma “revolução econômica” e criticando as retaliações da China. Em publicação no Truth Social, ele afirmou que o processo será difícil, mas trará resultados históricos, prometendo tornar o país “grande novamente”. As medidas incluem tarifas recíprocas, com a China enfrentando taxas médias de 54% sobre seus produtos exportados para os EUA, enquanto outras nações terão cobranças menores, em torno de 10%.
A China respondeu com impostos equivalentes sobre importações norte-americanas, acirrando a disputa. O líder estadunidense alegou que o impacto foi muito maior para os chineses e defendeu suas políticas como necessárias para recuperar empregos e atrair investimentos, citando um volume de mais de cinco trilhões de dólares. No entanto, sinalizou abertura a negociações, desde que os parceiros comerciais ofereçam condições vantajosas aos EUA.
As novas tarifas entraram em vigor neste sábado, com prazos diferenciados para cada país. Enquanto a maioria das nações afetadas terá as taxas mantidas em 10%, a China e outras enfrentarão aumentos a partir de quarta-feira. A escalada da tensão comercial continua a gerar incertezas no cenário econômico global, com análises destacando possíveis impactos indiretos em outros mercados, como o brasileiro.