O presidente dos Estados Unidos detalhou recentemente um plano de tarifas recíprocas, impondo taxas de importação de 34% sobre todos os produtos chineses, elevando a carga tributária total para 54%. Em resposta, a China anunciou medidas similares, taxando importações americanas em 34% e limitando a exportação de minerais de terras raras, essenciais para a indústria de tecnologia. O líder americano criticou a decisão chinesa, afirmando que o país “entrou em pânico” e reiterou que suas políticas não mudarão, incentivando investidores a aproveitarem a situação.
Os mercados globais reagiram negativamente aos anúncios, com quedas generalizadas nas principais bolsas de valores. Nos EUA, os índices caíram cerca de 3%, enquanto na Europa, os principais mercados registraram perdas superiores a 3%, com destaque para a Itália, onde o índice recuou 6,29%. Na Ásia, as bolsas também fecharam em baixa, refletindo o temor de uma escalada na guerra comercial e seus impactos na inflação e no consumo global.
Especialistas alertam que o aumento das tarifas pode encarecer insumos e produtos finais, pressionando a inflação e reduzindo a atividade econômica. Há preocupações de que a disputa comercial desacelere o comércio global e gere efeitos em cadeia, afetando a demanda por bens e serviços. A situação mantém investidores em alerta, com incertezas sobre os próximos capítulos desse embate econômico.