O presidente dos Estados Unidos afirmou que as novas tarifas impostas pelo país trarão prosperidade à economia americana, destacando que os mercados e as ações devem se fortalecer. Durante coletiva, ele comparou a situação a uma “operação cirúrgica”, sugerindo que medidas drásticas são necessárias para resultados positivos. No entanto, as declarações contrastam com a queda imediata nas bolsas europeias e a preocupação de analistas sobre os efeitos globais das medidas.
As tarifas, que elevam impostos sobre importações para os níveis mais altos em mais de um século, representam uma mudança abrupta na política comercial dos EUA. Especialistas alertam que a medida pode desestabilizar o comércio internacional e afetar empresas, revertendo o otimismo que havia impulsionado os mercados anteriormente. Enquanto isso, setores como o agronegócio brasileiro veem possíveis oportunidades, ainda que incertas, diante das novas barreiras comerciais.
Apesar da confiança do governo americano, há receios de que as tarifas possam levar a uma recessão técnica nos EUA, com custos adicionais para consumidores e empresas. A medida, que já provoca reações negativas no mercado financeiro, coloca em xeque o equilíbrio da economia global, com países buscando alternativas para minimizar os impactos.