O conselheiro sênior para o Comércio da Casa Branca afirmou que as tarifas recíprocas anunciadas recentemente pelos Estados Unidos não são passíveis de negociação, classificando-as como uma medida necessária diante de uma emergência nacional. Segundo ele, as tarifas visam proteger a economia americana, aumentar a arrecadação de impostos externos e reestruturar setores estratégicos. O pacote inclui cortes de impostos para cidadãos americanos, alinhados a promessas feitas anteriormente.
O conselheiro criticou acordos comerciais anteriores, acusando parceiros como União Europeia, Índia e Coreia do Sul de imporem tarifas injustas e se beneficiarem desproporcionalmente. Ele argumentou que essas práticas teriam prejudicado empregos e riqueza nos EUA, justificando as novas medidas como uma forma de equilíbrio. “Não temos amigos em relações comerciais, temos aproveitadores”, declarou, reforçando a postura de reciprocidade.
As críticas às tarifas foram minimizadas, com a alegação de que os cálculos foram baseados em análises sofisticadas, considerando déficits comerciais com países específicos. O conselheiro destacou que as novas regras buscam corrigir distorções e concentrar esforços em relações mais equilibradas, especialmente com nações menos desenvolvidas. A medida, segundo ele, reflete uma estratégia de longo prazo para fortalecer a economia americana.