A disputa empresarial entre dois irmãos e sócios, tornada pública em março, revela uma fratura que vai além dos negócios. O conflito, judicializado, envolve divergências financeiras na gestão da Laboratório Fantasma, empresa fundada em 2010. Além dos prejuízos profissionais, como o impacto na carreira de artistas vinculados ao selo, a ruptura afetiva entre os irmãos é descrita como irreparável, marcando o fim de uma parceria que era vista como uma só alma.
Do ponto de vista artístico, um dos envolvidos é amplamente reconhecido por sua influência no rap nacional, enquanto o outro era responsável pela gestão de carreira. A separação, no entanto, transcende a esfera profissional, atingindo a dinâmica familiar e deixando a mãe dos dois em meio ao conflito. A situação levanta questões sobre como a disputa pode influenciar a trajetória musical e emocional dos envolvidos.
A discussão pública sobre quem tem razão na briga financeira perde relevância diante do custo humano e criativo. O caso serve como reflexão sobre os desafios de misturar família e negócios, especialmente no mundo artístico. Ainda que a Justiça decida os aspectos formais, as consequências para a música e os laços pessoais podem ser permanentes.