A procuradora-geral dos Estados Unidos determinou que promotores federais solicitem a pena de morte para o acusado de assassinar o CEO de uma grande empresa de saúde. O crime, descrito como premeditado e chocante, envolveu a morte de um executivo que deixou duas crianças pequenas. A decisão foi anunciada em abril de 2025 e alinhada com as políticas de combate a crimes violentos do governo atual.
O suspeito, preso em dezembro de 2024 após intensa busca, nega as acusações de assassinato e terrorismo. Sua defesa alega irregularidades na revista durante a prisão, buscando anular as evidências coletadas. O indivíduo, que possui formação em ciência da computação e vem de uma família influente, foi encontrado com documentos falsos, uma arma possivelmente fabricada em impressora 3D e um manifesto crítico ao setor de saúde.
O caso ganhou repercussão devido às circunstâncias do crime e ao perfil do acusado, que demonstrava interesse em ideias radicais. Autoridades afirmam que há semelhança física entre ele e o atirador captado por câmeras de segurança. O motivo do crime estaria ligado a uma suposta revolta contra empresas do ramo de seguros de saúde, embora não haja registros de que o acusado ou sua família fossem clientes da empresa envolvida.