A harmonização íntima, procedimento estético que busca melhorar a autoestima de pacientes, tem crescido em demanda, especialmente entre homens que desejam aumento peniano e mulheres que buscam rejuvenescimento vaginal. Realizado com substâncias aprovadas pela Anvisa, como ácido hialurônico e botox, o método é minimamente invasivo e feito em consultório, com anestesia local. No entanto, especialistas alertam para a importância de procurar profissionais qualificados, já que técnicas inadequadas podem causar complicações, como deformidades e disfunção erétil.
O biomédico Pedro Sousa viralizou ao realizar o procedimento em si mesmo, destacando os cuidados pós-operatórios, como evitar relações sexuais por até 14 dias e atividades físicas por alguns dias. A duração dos resultados varia de um ano a um ano e meio, dependendo do metabolismo do paciente, e pode ser revertida com uma enzima específica. O Conselho Regional de Biomedicina reforça que apenas profissionais habilitados, como biomédicos estetas e médicos, podem realizar o procedimento, sempre com finalidade estética e não terapêutica.
Apesar da popularidade, autoridades sanitárias e conselhos profissionais recomendam verificar a qualificação do especialista e desconfiar de valores muito abaixo do mercado. O procedimento é indicado apenas para maiores de 18 anos e deve ser evitado por pessoas com doenças autoimunes. A busca por soluções rápidas e seguras impulsiona a procura, mas a orientação é priorizar segurança e ética na escolha do profissional.