O Rio Grande do Sul registrou a primeira morte por chikungunya em sua história, conforme confirmado pela Secretaria Estadual da Saúde. A vítima foi um homem de 68 anos, morador de Carazinho, cidade a aproximadamente 300 quilômetros de Porto Alegre, que possuía comorbidades. Desde o início do ano, o estado contabiliza 107 casos da doença, sendo 93 autóctones, ou seja, contraídos localmente. A maioria das infecções (88) ocorreu em Carazinho, seguida por Salvador das Missões, com cinco registros.
Além do caso de chikungunya, a secretaria também confirmou a segunda morte por dengue no estado em 2024. A vítima, uma idosa de 83 anos com comorbidades, residia em Cachoeira do Sul. Até o momento, o Rio Grande do Sul registrou 4.703 casos de dengue, dos quais 4.159 foram contraídos dentro do estado. Ambas as doenças são transmitidas pelo mosquito *Aedes aegypti*, o que reforça a necessidade de eliminar criadouros com água parada.
As autoridades de saúde alertam para a importância de medidas preventivas, como a eliminação de focos de reprodução do mosquito, diante do aumento de casos. O cenário epidemiológico no estado tem motivado ações de conscientização e o reforço no combate ao vetor, especialmente em municípios com maior incidência das doenças.