O presidente anunciou a demissão de vários funcionários do Conselho de Segurança Nacional (NSC), dias após uma reunião com uma ativista que criticou a lealdade da equipe à sua agenda política. Embora ele tenha minimizado a influência dela nas decisões, fontes próximas ao assunto revelaram que a conversa incluiu discussões sobre a necessidade de remover pessoas consideradas desleais. Entre os demitidos estão diretores de inteligência, assuntos legislativos e tecnologia, em meio a um momento conturbado para a equipe de segurança nacional.
A situação se complica com as críticas ao uso de um aplicativo de mensagens criptografadas para discutir operações militares sensíveis, como os ataques aos rebeldes no Iêmen. O conselheiro de segurança nacional, que acompanhou o presidente em um evento na Flórida, enfrenta pedidos de renúncia, enquanto o Pentágono investiga o uso da plataforma por altos funcionários da defesa. O presidente, no entanto, defendeu sua equipe e desdenhou das preocupações levantadas pela imprensa.
Enquanto isso, a ativista envolvida nas discussões com o presidente comemorou as demissões em redes sociais, afirmando que seu objetivo era garantir uma equipe alinhada com sua visão política. Analistas questionam o impacto dessas mudanças em um momento delicado para a política externa dos EUA, que lida com conflitos no Oriente Médio e na Ucrânia. A medida também afastou especialistas não políticos de áreas críticas, como contraterrorismo e mudanças climáticas, levantando preocupações sobre a eficácia do NSC em meio a desafios globais complexos.