O presidente dos Estados Unidos anunciou a implementação de tarifas recíprocas sobre importações, incluindo uma taxa de 10% para produtos brasileiros. As medidas, que entrarão em vigor a partir de 5 de abril, visam equilibrar as alíquotas cobradas por outros países contra os EUA, segundo justificativa. Durante o anúncio, os índices futuros das bolsas americanas caíram, refletindo a preocupação dos investidores com os possíveis impactos econômicos.
O plano prevê que as tarifas sejam equivalentes a pelo menos metade das cobradas pelos outros países, com casos específicos, como a China (34%) e a União Europeia (20%). O governo americano também reforçou taxas sobre carros importados e produtos fora do acordo USMCA. A medida, chamada de “Dia da Libertação”, busca, segundo a administração, proteger a economia nacional e incentivar o crescimento industrial interno.
No Brasil, o Senado aprovou um projeto que autoriza retaliações a barreiras comerciais, após o país ser citado como alvo das novas tarifas. As incertezas sobre os efeitos globais dessas políticas já influenciam os mercados financeiros, com reações variadas de diferentes nações. O texto enfatiza a volatilidade econômica e as tensões comerciais geradas pelas decisões recentes.