O ministro do Suprito Tribunal Federal (STF) responsável pelo caso negou um pedido da defesa para que o ex-parlamentar cumprisse pena em regime semiaberto harmonizado. A defesa alegou que o réu precisava trabalhar para sustentar a família e que havia mantido bom comportamento. No entanto, o relator destacou que, em oportunidades anteriores, o ex-parlamentar descumpriu regras impostas pela Corte, o que inviabilizou o benefício.
O réu está preso desde fevereiro de 2023 e, embora tenha obtido liberdade condicional em dezembro do mesmo ano, perdeu o direito quatro dias depois por violar as condições estabelecidas. Recentemente, a maioria dos ministros do STF decidiu manter a prisão, rejeitando um novo pedido de liberdade. O julgamento ocorre no plenário virtual e ainda aguarda votos de quatro ministros.
Em decisões anteriores, o relator já havia negado solicitações similares, argumentando que o ex-parlamentar demonstrou desrespeito ao Poder Judiciário. O caso continua em análise, sem previsão de conclusão. A defesa pode ainda recorrer, mas as chances de sucesso parecem reduzidas diante do histórico de descumprimento de regras.