O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a prisão de um parente de um ex-presidente, após este ter fugido para a Argentina. O pedido de prisão foi feito pelo procurador-geral da República, que alegou crimes como tentativa de golpe de Estado, associação criminosa e dano ao patrimônio público. A defesa do envolvido contestou as acusações e solicitou a rejeição da denúncia.
Durante o julgamento, os advogados confirmaram que o acusado deixou o país há 20 dias, temendo ser preso. Em entrevista a uma rádio local, ele admitiu estar no território argentino, mas negou ter cometido qualquer crime. O caso segue em análise, com informações sendo apuradas pelas autoridades competentes.
O STF e a Procuradoria-Geral da República continuam a investigar os fatos, enquanto o envolvido permanece no exterior. O desfecho do caso dependerá de decisões judiciais e possíveis acordos entre os países para eventual extradição. A situação tem gerado debates sobre o cumprimento da lei e os desdobramentos políticos envolvidos.