Os mercados globais e domésticos enfrentam volatilidade após o anúncio do pacote de tarifas comerciais “Dia da Libertação” pelo governo dos Estados Unidos, com impactos diretos nas exportações brasileiras. Enquanto o setor agroexportador do Brasil pode se beneficiar da demanda chinesa, empresas americanas buscam adaptar-se às novas regras. A agenda econômica desta quinta-feira inclui dados importantes, como o PMI de serviços e balança comercial, que podem influenciar os rumos do comércio internacional.
No Brasil, o governo tenta reverter a queda na popularidade, marcada pela alta da inflação e desaprovação crescente, com medidas como a isenção do Imposto de Renda para rendas de até R$ 5 mil. Enquanto isso, o Congresso discute projetos como o PL da Reciprocidade, que visa responder a barreiras comerciais estrangeiras. O Banco Central mantém agenda movimentada, com reuniões focadas em ajustes institucionais e diálogo com representantes internacionais.
Internacionalmente, a tensão comercial segue em pauta, com o México descartando retaliações às tarifas americanas e os EUA buscando renegociar acordos agrícolas com o Brasil e outros países. A inflação continua pressionando os brasileiros, com alimentos e combustíveis entre os itens mais afetados. O cenário político e econômico permanece incerto, com desafios tanto no front doméstico quanto nas relações globais.