Líderes globais e o mercado financeiro começam a avaliar os impactos dos recentes anúncios sobre tarifas comerciais feitos pelo presidente dos EUA. O Brasil foi um dos afetados, com uma taxa de 10%, enquanto importações de aço e alumínio passaram a ser taxadas em 25%. As bolsas americanas, como S&P 500 e Nasdaq, recuaram significativamente, e moedas como o peso mexicano e o dólar canadense enfraqueceram frente ao dólar. O governo brasileiro manifestou preocupação e afirmou estar analisando medidas para proteger os interesses nacionais, mantendo-se aberto ao diálogo.
Na Europa, a União Europeia foi atingida por tarifas de 20%, com a primeira-ministra italiana destacando a busca por evitar uma guerra comercial. O Reino Unido, por sua vez, afirmou que não hesitará em reagir, mas permanece disposto a negociar. Na Ásia, a China prometeu retaliar, enquanto a Coreia do Sul convocou uma reunião de emergência para discutir uma resposta adequada. O Canadá, um dos principais parceiros comerciais dos EUA, também anunciou que tomará medidas contra as novas taxas, criticando a mudança no sistema de comércio internacional.
O anúncio das tarifas gerou repercussão global, com analistas apontando que a medida eleva a taxação norte-americana ao maior patamar desde 1910. Enquanto alguns países buscam evitar conflitos comerciais, outros já preparam respostas, indicando um cenário de incerteza para a economia internacional. O Itamaraty e outras lideranças reforçaram a disposição para negociações, mas a situação ainda pode evoluir para maiores tensões.