John Textor, dono da SAF do Botafogo e acionista do Lyon, enfrenta um desafio para evitar o rebaixamento financeiro do clube francês ao fim da temporada 2024-25. O Direction Nationale du Contrôle de Gestion (DNCG), órgão regulador das finanças do futebol local, impôs uma sanção provisória ao Lyon, que precisa quitar cerca de 100 milhões de euros em dívidas para escapar de punições. Entre as possíveis soluções estão a classificação para a Champions League 2025-26, que injetaria receitas significativas, mas o time ocupa apenas a sétima posição no Campeonato Francês, tornando a tarefa difícil.
Alternativas incluem a venda de ações do Crystal Palace, clube inglês também ligado a Textor, e a abertura de capital da Eagle Football Group na bolsa de valores de Nova York. Essas medidas visam atrair novos investidores e equilibrar as finanças do Lyon. No entanto, caso essas estratégias não surtam efeito, os acionistas do grupo podem precisar investir recursos próprios para cobrir as dívidas e evitar penalidades.
Além do Lyon, a Eagle Football Group controla o Botafogo, o Crystal Palace e o RWD Molenbeek, da Bélgica, o que amplia o desafio de Textor em gerir múltiplos clubes em cenários financeiros distintos. A situação do Lyon segue incerta, e as próximas semanas serão decisivas para definir o futuro do clube no futebol francês.