O governo dos Estados Unidos anunciou a implementação imediata de tarifas retaliatórias, batizando a cerimônia de “Faça a América Rica Novamente”. O evento ocorrerá no roseiral da Casa Branca, com detalhes divulgados apenas após o fechamento do pregão em Nova York. A porta-voz da Casa Branca afirmou que a administração está focada em corrigir “erros do passado” e garantir condições justas para trabalhadores americanos, mas destacou abertura a negociações.
Principais parceiros comerciais dos EUA já reagiram às medidas, com Canadá e México anunciando tarifas em resposta ao que chamaram de “injustiças comerciais”. O premiê canadense afirmou que medidas retaliatórias serão implementadas se novas barreiras forem impostas. Enquanto isso, a União Europeia expressou disposição para dialogar, mas alertou que não hesitará em intensificar a guerra comercial, se necessário. A China também manifestou preocupação, destacando que conflitos comerciais não beneficiam nenhuma das economias envolvidas.
As tensões refletem um cenário global de incertezas sobre o futuro das relações comerciais, com países se preparando para proteger suas economias. Enquanto alguns adotam postura defensiva, outros buscam espaço para negociações, evitando uma escalada que possa impactar a recuperação econômica pós-pandemia. O desfecho dessas medidas ainda é incerto, mas seus efeitos já começam a influenciar mercados e políticas internacionais.