O time do Sanger Institute’s Tree of Life, liderado por Mark Blaxter, está sequenciando genomas de espécies para entender a diversidade da vida na Terra. Além disso, o grupo demonstrou entusiasmo pelo concurso “invertebrado do ano” do Guardian, oferecendo-se para mapear o genoma do vencedor. A iniciativa visa não apenas celebrar a biodiversidade, mas também usar os dados genéticos para prever como essas espécies podem ser afetadas pelas mudanças climáticas.
Os pesquisadores acreditam que os genomas podem fornecer insights valiosos sobre a resistência e adaptação dos invertebrados diante de crises ambientais. O projeto combina ciência de ponta com engajamento público, incentivando a participação popular na votação do concurso. A iniciativa destaca a importância dos invertebrados, muitas vezes negligenciados, mas essenciais para os ecossistemas.
A competição, que tem capturado a atenção de cientistas e do público, reforça como a genômica pode ser uma ferramenta poderosa para a conservação. Ao decifrar o DNA desses organismos, os pesquisadores esperam antever estratégias de sobrevivência em um planeta em transformação. O resultado da votação, portanto, não apenas elegerá um favorito, mas também contribuirá para estudos científicos cruciais.