Um conflito legal envolvendo os fundadores de uma conhecida empresa do ramo artístico tem chamado atenção devido às alegações de ambos os lados. Um dos irmãos afirmou, em uma postagem pública, que a decisão de encerrar a parceria foi tomada após tentativas frustradas de resolver divergências na gestão do negócio, negando o uso de termos como “desvio” ou “roubo” em suas declarações. A separação, que ocorreu no final de 2024, incluiu a remoção de um dos sócios e o bloqueio de acessos financeiros, com valores em disputa chegando a milhões de reais.
O outro envolvido contestou as acusações, alegando que a administração sempre foi conjunta e que há documentos que comprovam divisões equitativas. A situação não só abalou a relação familiar, mas também levantou questões sobre transparência e gestão em empresas lideradas por artistas. A LAB Fantasma, criada em 2009, era um símbolo da trajetória bem-sucedida dos irmãos até o recente desentendimento.
O caso segue em aberto, com repercussões que vão além do âmbito pessoal, refletindo desafios comuns em negócios familiares e artísticos. A cobertura midiática tem buscado equilíbrio, evitando especulações e priorizando informações documentadas, enquanto os envolvidos mantêm suas posições públicas sobre o conflito.