O ministro da Defesa destacou em um evento no Rio de Janeiro que a diplomacia e a democracia são as principais ferramentas para proteger a humanidade, superando até mesmo os armamentos mais modernos. Ele enfatizou que, embora o país busque equipamentos avançados, o ideal é que nunca precisem ser usados, defendendo um mundo onde o investimento em destruição dê lugar ao diálogo e ao respeito mútuo.
Durante sua fala, o ministro reforçou a importância de uma sociedade mais fraterna e tolerante, onde as diferenças sejam resolvidas por meio do entendimento e não da força. Segundo ele, o direito do outro deve prevalecer, e as divergências devem ser administradas com adaptação e respeito, evitando conflitos.
O discurso ocorreu em um contexto de debates sobre segurança pública, mas o ministro evitou polarizações, focando em valores universais como cooperação e paz. Suas palavras refletem uma visão de que a verdadeira defesa está na capacidade de construir consensos, não em arsenais.