O futuro do TikTok nos Estados Unidos está novamente em jogo, com o prazo para que a empresa se desfaça de sua propriedade chinesa ou venda seus ativos a um proprietário não chinês se aproximando em 5 de abril. A disputa, que já dura anos, pode resultar em um banimento do aplicativo no país caso a negociação não seja concluída. Enquanto isso, relatos indicam que vários interessados, incluindo empresas de capital de risco e gigantes de tecnologia, estão avaliando possíveis ofertas para adquirir a plataforma de mídia social.
O ex-presidente Donald Trump, que assinou uma ordem executiva em janeiro para adiar o prazo de banimento ou venda, recentemente expressou apoio à continuidade do TikTok nos EUA, onde o aplicativo possui 170 milhões de usuários. No entanto, as opções para a empresa permanecem incertas, com rumores sobre investimentos ou aquisições por parte de grupos alinhados a figuras políticas ou grandes corporações.
A situação destaca os desafios geopolíticos e regulatórios enfrentados por empresas de tecnologia com laços internacionais, especialmente em um contexto de crescente tensão entre Washington e Pequim. Enquanto o prazo se aproxima, a indefinição sobre o destino do TikTok nos EUA persiste, deixando usuários e investidores em suspense.