O presidente suspenso da Coreia do Sul foi definitivamente removido do cargo após o tribunal constitucional do país confirmar a decisão do parlamento de impeachment. A decisão ocorreu devido à polêmica declaração de lei marcial em dezembro, que gerou intenso debate sobre o futuro da democracia no país. Após semanas de deliberações, os juízes decidiram retirar os poderes presidenciais, encerrando um período de incerteza política.
Agora, o líder interino, Han Duck-soo, permanecerá no cargo até que novas eleições sejam realizadas. A transição ocorre em um momento delicado, com preocupações sobre a estabilidade institucional e a resposta do governo aos desafios recentes. A decisão judicial reforça o papel das instituições no equilíbrio de poder, evitando excessos autoritários.
O caso marca um capítulo significativo na história política do país, destacando a importância do controle constitucional sobre ações executivas. A sociedade sul-coreana acompanha atentamente os próximos passos, aguardando um processo eleitoral transparente e pacífico para restaurar a normalidade democrática.