Um grupo conservador de defesa legal entrou com a primeira ação judicial buscando bloquear as recentes tarifas impostas às importações chinesas, alegando que o presidente dos EUA excedeu sua autoridade. O processo, aberto em um tribunal federal na Flórida, argumenta que a decisão de impor tarifas abrangentes, anunciada nesta semana, viola a separação de poderes ao ignorar a competência do Congresso para regular taxas alfandegárias. Segundo a organização, a medida foi baseada em uma interpretação equivocada de leis de emergência econômica.
Enquanto isso, os mercados globais reagiram com volatilidade após o anúncio das tarifas, que teriam eliminado cerca de US$ 2,5 trilhões do valor das ações em Wall Street. Economistas criticaram os cálculos por trás da decisão, classificando-os como falhos e potencialmente prejudiciais à economia. Apesar das críticas, o presidente americano insistiu que os mercados se recuperariam e prosperariam após a implementação das medidas.
A disputa jurídica destaca a crescente tensão entre o poder executivo e o legislativo nos EUA, além de levantar questões sobre os limites da autoridade presidencial em políticas comerciais. Enquanto o governo defende as tarifas como necessárias para proteger interesses nacionais, o caso pode definir um precedente importante sobre o equilíbrio de poder na tomada de decisões econômicas.