A atualização do ChatGPT que permite a criação de imagens no estilo do Studio Ghibli viralizou nas redes sociais, mas levantou questões éticas e legais. Usuários criticam a reprodução não autorizada da estética dos filmes, argumentando que desvaloriza o trabalho dos artistas originais. Além disso, especialistas alertam para os riscos à segurança digital, já que o upload de fotos pessoais pode expor dados biométricos sensíveis e alimentar modelos de IA sem consentimento claro.
Text: A discussão também envolve a propriedade intelectual, já que a legislação atual não protege estilos visuais diretamente, mas obras específicas. Advogados destacam que a geração de imagens que remetam fortemente a trabalhos protegidos pode configurar infração, especialmente se usadas comercialmente. Plataformas de IA também podem ser responsabilizadas se comprovado que seus modelos foram treinados com conteúdo protegido sem autorização.
Text: No Brasil, projetos em discussão no Congresso buscam regulamentar o uso da IA, incluindo supervisão humana, transparência e responsabilização por danos. Enquanto isso, a tendência de recriar imagens no estilo Ghibli continua popular, mas serve como um alerta para os desafios jurídicos e éticos que acompanham o avanço da inteligência artificial.