O caso de doping envolvendo um tenista italiano voltou aos holofotes após declarações de um ex-membro de sua equipe. O profissional, que havia sido acusado de envolvimento, negou responsabilidade e afirmou que outro integrante da comissão técnica teria sido o responsável pelo contato do atleta com a substância proibida. O jogador havia testado positivo para clostebol, um anabolizante, durante um torneio no ano passado.
O ex-preparador físico explicou que o medicamento era de uso pessoal, prescrito para uma condição médica crônica, e que havia orientado expressamente sobre os riscos de contaminação. No entanto, segundo ele, o fisioterapeuta teria negligenciado as instruções, levando ao incidente. A defesa incluiu a apresentação de comprovantes de compra do remédio, mas a situação resultou no fim da parceria entre o tenista e o preparador.
Inicialmente, o jogador não recebeu punição da Agência Internacional para a Integridade do Tênis (ITIA), mas a Agência Mundial Antidopagem (WADA) recorreu da decisão. Após negociações, o atleta aceitou uma suspensão de três meses, com retorno previsto para o próximo Masters 1000 de Roma. O caso levantou discussões sobre os protocolos de segurança e responsabilidade dentro das equipes esportivas.