A Casa Branca declarou que o bilionário da tecnologia continuará em seu cargo até cumprir sua missão de reduzir gastos governamentais e diminuir a força de trabalho federal, desmentindo reportagens que sugeriam sua saída iminente. O executivo foi encarregado de liderar esforços para reformular a burocracia federal por meio do Departamento de Eficiência Governamental (Doge), com um mandato inicial de 130 dias que se encerra no final de maio. Apesar das especulações, tanto o bilionário quanto o presidente afirmaram publicamente que ele deixará o cargo apenas após concluir seu trabalho.
O Departamento alega ter economizado US$ 140 bilhões até o início de abril, embora as metas iniciais fossem muito mais ambiciosas, chegando a US$ 1 trilhão. No entanto, há questionamentos sobre a precisão dos cálculos, que apresentam erros e falta de transparência. Enquanto isso, as ações de empresas ligadas ao governo reagiram positivamente aos rumores de sua possível saída, refletindo a influência do executivo no mercado.
A atuação do Doge tem gerado controvérsia, especialmente devido às demissões em massa de funcionários públicos, que já atingiram cerca de 200 mil pessoas. Protestos e ações judiciais têm marcado a agenda do departamento, com manifestações previstas para os próximos dias. Apesar dos desafios, o bilionário expressou confiança em alcançar parte significativa de seus objetivos antes do fim do mandato, enquanto a equipe do Doge permanece sem esclarecer se continuará no cargo após sua saída.