Um policial condecorado por sua bravura durante o cerco à embaixada iraniana em Londres, em 1980, faleceu aos 85 anos. O oficial, cujas ações foram fundamentais para o desfecho do incidente, ajudou a salvar a vida de um soldado das forças especiais britânicas (SAS) e foi um dos 26 reféns libertados após seis dias de tensão. O episódio, marcado pelo confronto entre um grupo dissidente iraniano e as autoridades, terminou com uma operação militar que entrou para a história.
Durante o cerco, o policial demonstrou coragem ao enfrentar o líder dos sequestradores, garantindo a segurança de outros reféns. Sua atuação foi reconhecida publicamente, e ele recebeu uma medalha por seus atos heroicos. A operação, que ocorreu em um prédio em Kensington, foi um marco na história da segurança pública britânica, mostrando a importância do treinamento e da colaboração entre diferentes forças de segurança.
O legado do oficial permanece como um exemplo de dedicação e bravura em situações de extremo perigo. Sua morte reacendeu memórias do episódio, lembrando o público dos riscos que os profissionais de segurança enfrentam para proteger vidas. A história do cerco à embaixada continua a ser estudada como um caso emblemático de resgate e negociação em crises.