O Ibovespa encerrou a última sessão com leve queda de 0,04%, aos 131.140 pontos, mantendo uma tendência primária de alta, mas com cautela devido ao enfraquecimento do fluxo comprador. O índice enfrenta resistência na região de 132.550/133.900 pontos, enquanto a perda do suporte em 130.080 pontos pode levar a quedas mais acentuadas. No gráfico diário, a formação de um doji pelo segundo pregão consecutivo indica volatilidade, com o IFR (14) em zona neutra, sugerindo indefinição no curto prazo.
Nos minicontratos, o mini-índice (WINJ25) fechou em alta de 0,77%, aos 131.870 pontos, com suportes em 131.585/131.060 e resistências em 131.950/132.140 pontos. Já o minidólar (WDOK25) recuou 1,01%, aos 5.661,5 pontos, mas permaneceu acima das médias móveis no gráfico de 15 minutos, indicando possibilidade de recuperação. Para confirmar a alta, será necessário superar resistências específicas, enquanto a persistência do movimento vendedor pode testar suportes imediatos.
O cenário técnico sugere atenção aos níveis críticos de suporte e resistência para ambos os ativos. O Ibovespa precisa romper 131.420/132.000 pontos para retomar a alta, enquanto a perda de 130.900/130.570 pontos pode intensificar pressões vendedoras. Nos minicontratos, a volatilidade exige monitoramento das regiões-chave para identificar possíveis reversões ou continuidades de tendência.