Dias antes de um incêndio em uma subestação elétrica interromper as operações do aeroporto de Heathrow, companhias aéreas já haviam alertado sobre os riscos à infraestrutura de energia. O incidente, ocorrido na sexta-feira, 21 de março, causou transtornos para mais de 200 mil passageiros e levou ao fechamento temporário do aeroporto. Em depoimento a um comitê do Parlamento britânico, o executivo-chefe do aeroporto defendeu a decisão, afirmando que manter as operações poderia ter consequências desastrosas.
O problema destacou preocupações prévias sobre a segurança do fornecimento de energia, incluindo furtos de cabos elétricos nas proximidades. Embora não haja confirmação de que os alertas estivessem diretamente ligados ao incêndio, a situação expôs vulnerabilidades na infraestrutura crítica do aeroporto. As companhias aéreas, que já vinham monitorando os riscos, reforçaram a necessidade de medidas preventivas.
O executivo pediu desculpas pelos transtornos causados aos passageiros, mas reiterou que a prioridade foi garantir a segurança. O incidente levou a questionamentos sobre a eficácia dos sistemas de proteção e a capacidade de resposta em emergências. Autoridades e representantes do aeroporto devem discutir melhorias para evitar falhas semelhantes no futuro.