O ator Val Kilmer, conhecido por seus papéis emblemáticos em filmes como “Top Gun”, “Batman Forever” e “The Doors”, faleceu no dia 1º de abril, aos 65 anos, vítima de pneumonia. Sua filha, Mercedes, confirmou a notícia. Kilmer, que enfrentou um câncer de garganta em 2014, superou a doença após duas traqueotomias, mas teve suas cordas vocais severamente afetadas. Sua trajetória foi documentada no aclamado filme “Val” (2021), que explorou sua carreira e desafios pessoais, narrado por seu filho Jack. Críticos elogiaram o documentário por revelar a profundidade de um artista dedicado e intenso.
Ao longo de sua carreira, Kilmer foi reconhecido por sua versatilidade, atuando em cinema, televisão, teatro e até mesmo escrevendo poesia e memórias. Apesar de uma reputação inicial de ser difícil de trabalhar, muitos defendiam que sua seriedade com a arte era incomparável. O crítico Roger Ebert chegou a descrevê-lo como “o ator mais subestimado de sua geração”. Sua interpretação de personagens como Iceman, Doc Holliday e Jim Morrison deixou uma marca indelével no cinema.
A notícia de sua morte gerou uma onda de homenagens de colegas e admiradores. Diretores, atores e críticos destacaram seu talento único e sua capacidade de transmitir emoções complexas. Michael Mann, que o dirigiu em “Heat” (1995), elogiou sua “variabilidade brilhante”. Fãs e estúdios, como a Industrial Light & Magic, também prestaram tributo, lembrando de seus papéis memoráveis. Kilmer deixa um legado artístico que continuará a inspirar futuras gerações.