Pesquisa mostra que jovens estão mais preocupados com finanças, pressão no trabalho e insegurança profissional do que com redes sociais, crise climática ou debates sobre guerras culturais. O estudo destaca que a ansiedade em relação à estabilidade financeira é um tema comum entre a geração Z, independentemente de outras diferenças. Além disso, os resultados desafiam a visão simplista de um conflito geracional, revelando que as divergências dentro da própria geração—como classe social, educação e gênero—são muitas vezes mais marcantes do que as diferenças entre gerações.
O levantamento aponta que fatores socioeconômicos, como acesso à educação e condições financeiras, influenciam significativamente as perspectivas dos jovens. Enquanto alguns priorizam questões como empregabilidade e dívidas, outros demonstram maior interesse em temas sociais ou ambientais. No entanto, a preocupação com o futuro financeiro permanece como um denominador comum, refletindo incertezas econômicas globais e a dificuldade de planejamento a longo prazo.
Por fim, o estudo sugere que políticas públicas e iniciativas privadas devem considerar essas nuances para abordar efetivamente as necessidades da geração Z. A pesquisa reforça a importância de olhar além dos estereótipos geracionais e entender as complexidades internas desse grupo, que enfrenta desafios únicos em um mundo em rápida transformação.