A Casa Branca enfrentou pressão após a revista The Atlantic revelar detalhes de um plano de ataque contra os Houthis no Iêmen, vazado acidentalmente para o editor-chefe da publicação. O vazamento ocorreu quando um assessor incluiu o jornalista em um grupo de mensagens no Signal, onde autoridades discutiam operações militares. Embora a equipe de defesa negue que as informações fossem confidenciais, o incidente despertou críticas de ambos os lados do espectro político, com alguns exigindo responsabilização.
O artigo da Atlantic incluiu capturas de tela de mensagens trocadas entre altos funcionários do governo, contendo horários e detalhes dos ataques antes de sua execução. Enquanto alguns defendem que os dados não comprometeram a operação, outros, incluindo membros do Congresso, classificaram o vazamento como negligência grave. O presidente afirmou que o ataque foi um sucesso, mas a controvérsia persistiu, alimentando debates sobre transparência e segurança nacional.
A revista publicou trechos das conversas, mostrando atualizações em tempo real sobre os ataques, incluindo decolagens de caças e resultados das operações. Autoridades contestaram a relevância das informações divulgadas, enquanto críticos acusaram a administração de subestimar a gravidade do caso. O episódio destacou os riscos da comunicação digital em assuntos sensíveis e levantou questões sobre os protocolos de segurança adotados pelo governo.