O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou estar avaliando a imposição de sanções bancárias e tarifas sobre a Rússia, como forma de pressionar o governo russo a aceitar um cessar-fogo e um acordo de paz com a Ucrânia. Trump destacou a necessidade de negociações imediatas entre os países envolvidos para evitar mais escalada do conflito. No mesmo dia, a Rússia realizou um ataque aéreo em larga escala contra a infraestrutura energética da Ucrânia, deixando feridos, enquanto o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou que negociações com os EUA ocorrerão na Arábia Saudita na próxima semana.
Enquanto isso, o presidente russo, Vladimir Putin, reiterou sua postura de não ceder os territórios conquistados durante a invasão da Ucrânia. Ele defendeu um acordo de paz que assegurasse a proteção da Rússia, mantendo as conquistas territoriais. Zelensky, por sua vez, pediu apoio europeu para uma trégua entre os dois países e reafirmou que a paz não será alcançada à custa da soberania da Ucrânia. A situação internacional continua tensa, com críticas mútuas entre líderes ocidentais e russos, especialmente com relação ao papel da França e suas propostas de defesa nuclear.
Em meio ao cenário de crise, o presidente francês, Emmanuel Macron, fez declarações combativas contra a Rússia, destacando o fortalecimento do arsenal militar francês como forma de dissuasão. Macron também se posicionou sobre a possibilidade de estender a proteção nuclear da França a seus aliados europeus. As relações diplomáticas entre a Rússia e a França ficaram mais tensas após críticas mútuas, com a Rússia acusando Macron de chantagem nuclear e de buscar prolongar a guerra. A França, por sua vez, continua a fornecer apoio à Ucrânia, enquanto discute novas estratégias de defesa para o continente.